VALE DO TAQUARI 1 X 0 NOVA YORK

    Aconteceu no Vale do Taquari na semana passada. Naquelas pequenas cidades onde todos se conhecem por nome e sobrenome por até três ou quatro gerações. O ex-prefeito, na faixa dos 50 anos, entra numa loja. Ele encontra uma ex-eleitora de família conhecida e vai cumprimentá-la. Após as conversas sobre o tempo e dupla Grenal ele questiona: “Como vai a tua mãe?”

    E a moça responde: “Ela morreu!”. Dois clientes que ouviam a conversa se largaram na risada. O ex-político ficou lilás, roxo e vermelho em segundos. Após a saída dele, a moça comenta com quem ouvia a conversa: “A esposa dele ficou várias horas no velório!”

     

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    Curtas #739

    Lamentável

    O vereador de Encantado, Gustavo Scattola (PMDB), pediu, ontem, na tribuna a volta dos militares ao poder. O áudio está a disposição no site do legislativo. Ouvi agora. Scattola acaba de manchar sua jovem biografia de político e o fato pode arranhar seus projetos eleitorais futuros. Como ele não entendeu o que foi a ditadura, suas causas e conseqüências, não entenderá a observação deste repórter.

    Postura

    Na manhã de ontem, a secretária de Administração de Lajeado, Fernanda Cervi, concede uma entrevista à Rádio Independente. Na nossa página no Facebook   publicamos o áudio da entrevista. A pauta merece ser ouvida não só pelos servidores, mas para o mundo político. A secretaria mostrou equilíbrio. Não se sentiu ofendida com algumas perguntas dos ouvintes, fez a defesa do governo sem ensaiar drama ou sacrifício e se colocou a disposição, sem demagogia, para dialogar.

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    CONVERSAS NO ÔNIBUS

    Leitora deste blog/face/coluna semanalmente faz a ponte aérea Estrela-Lajeado-Encantado, de ônibus. E com tal freqüência acaba vendo e ouvindo de tudo um pouco.

    Na segunda-feira, segundo ela, tinha um casal  bastante falante. A moça relatava as suas aventuras do final de semana. E fazia observações e detalhes do cara com quem saiu no final de semana. Os detalhes eram ricos e em voz acima do normal. Numa das poltronas próximas estava uma senhora de idade avançada que não estava gostando nada daquela conversa. Ela levanta, senta ao lado da nossa leitora e observa: “Nada contra ter namorado, mas agora ficar falando alto no ônibus, isso para mim é falta de classe.”

    A senhora que reclamava não entende a nova moda:  Namorado e celular, não basta ter. Tem de ter e mostrar!

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    DE ÔNIBUS CURTINDO AS FRUTAS

    Na ponte aérea Muçum-Roca Sales, o ônibus faz seu roteiro diário de transporte de passageiros. O motorista é um profissional zeloso, cumpridor dos seus deveres há muitos anos. É daqueles que não faltam ao trabalho, dá atenção aos passageiros. Ou seja, gosta do que faz.

    Recentemente, numa destas idas e vinda, olha para o relógio e observa que está meia-hora adiantado do prazo. E no meio do caminho, entre Roca-Muçum, decide parar o ônibus e sugerir aos passageiros para comer algumas frutas no pé, ao lado da estrada. Pegaram, comeram e partiram.

    Ao chegarem na rodoviária protesto. Quem esperava no terminal reclamava do atraso. O motorista foi conferir o relógio e lá percebeu o erro. O seu relógio havia parado.

    É a escola da vida nos ensinando mais uma lição. Ou seja, nos dias de hoje, nem nos relógios devemos mais confiar.

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    A BRIGA ENTRE A LOIRA E A MORENA

    Amores paralelos

    Aconteceu no interior de uma cidade não banhada pelo Rio Taquari e envolve dois municípios. Duas vizinhas “namoravam” o mesmo cara. A loira casada tinha um caso com um motorista de ônibus. Ela foi descoberta pela sua vizinha, morena, também casada, que pensava ser exclusiva daquele “namorado” que a loira estava saindo.

    A morena foi na casa da loira tirar satisfações. E como chegou nervosa foi inevitável os tapas, arranhões e puxões de cabelos.

    Na gritaria a morena relata que sabia que o motorista e a loira se encontravam numa outra cidade, atrás do cemitério e deu os detalhes.

    O marido da loira chegou. Vendo a confusão e ouvindo os motivos, apavorado, começa a gritar e desmaia. Um vizinho tenta acalmar os ânimos e leva uns socos da morena. A mulher do vizinho, em defesa do marido, decide socorrê-lo e passa a arremessar pedras nas duas que brigavam.

    Quando o “barraco” começa a acalmar chega a Brigada Militar. Os soldados observam o marido caído e desmaiado. Eles perguntam os motivos que ele não foi socorrido. A esposa, a mulher morena, comenta: “Tá vendo. Ele não presta pra nada!”

    Passada a confusão, os vizinhos dizem que o marido desmaiado, de tanta vergonha sobre o episódio, não sai mais de casa.

    Observem. Duas mulheres brigam, um gaiato administra as duas perversas e que apanha e leva a má fama é o marido que foi o último a saber.

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