MOTEL

Aconteceu em dezembro. Foi numa cidade banhada pelo Rio Taquari. O cara decide festejar o primeiro ano de namoro. Ele então convida a moça para a comemoração no motel.

Ela do tipo morena, 1,72 cm de altura, 55 quilos, seios fartos; aceita. “Um espetáculo!”, diz quem relata a história para nós.

Na noite, no motel, rola champanha, acessórios e filmes.

Após carícia, champanha, apertos, mais champanha e mordidas ele elogia as nádegas da moça. Ela entende a dica e aceita o pedido comentando que nunca tinha feito, mas tinha curiosidade. A vida é cheia de emoções e você entendeu o que eu quero dizer, pois não posso detalhar.

Conclusão, evitando pormenores, a moça não resiste a pressão na cintura e o pior acontece. O mau cheiro invade o quarto. O clima entre o casal é de constrangimento.

Nesta altura imagino que você deve ter entendido o que quero dizer. A ousadia deixou marcas e cheiros.

Na hora de pagar, na portaria, o dono do motel quer mais R$ 100 reais para a limpeza. O cliente não quer pagar. O dono ameaça chamar a BM. Ele leva a moça para casa e traumatizado decide romper o namoro.

Comentar

NOITE DE ORGIA

Aconteceu no final de ano. Foi numa das cidades dos Vales do Taquari e Rio Pardo. O caso, por ser delicado, terá seus detalhes suprimidos. A fonte é de confiança.

O casal, na faixa dos 50 anos, com filhos, é o tipo cabeça aberta e que curte fortes emoções sexuais. A dupla é muito conhecida girando nas altas rodas sociais de sua cidade.

Ela adora variar parceiros, inclusive homens mais jovens. E é exigente. Costuma dar nota sobre o desempenho dos parceiros. A nota máxima, entre os escolhidos foi seis. Ele, em paralelo, tem atração por ver sua esposa se relacionar com terceiros.

Numa destas noitadas festivas decidem avançar nas emoções carnais. Convidam dois estrangeiros afros para uma orgia. A mulher foi parar no hospital. Sim, tudo aquilo que você imagina. E paro por aqui.

 

Comentar