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A BRIGA ENTRE A LOIRA E A MORENA

Amores paralelos

Aconteceu no interior de uma cidade não banhada pelo Rio Taquari e envolve dois municípios. Duas vizinhas “namoravam” o mesmo cara. A loira casada tinha um caso com um motorista de ônibus. Ela foi descoberta pela sua vizinha, morena, também casada, que pensava ser exclusiva daquele “namorado” que a loira estava saindo.

A morena foi na casa da loira tirar satisfações. E como chegou nervosa foi inevitável os tapas, arranhões e puxões de cabelos.

Na gritaria a morena relata que sabia que o motorista e a loira se encontravam numa outra cidade, atrás do cemitério e deu os detalhes.

O marido da loira chegou. Vendo a confusão e ouvindo os motivos, apavorado, começa a gritar e desmaia. Um vizinho tenta acalmar os ânimos e leva uns socos da morena. A mulher do vizinho, em defesa do marido, decide socorrê-lo e passa a arremessar pedras nas duas que brigavam.

Quando o “barraco” começa a acalmar chega a Brigada Militar. Os soldados observam o marido caído e desmaiado. Eles perguntam os motivos que ele não foi socorrido. A esposa, a mulher morena, comenta: “Tá vendo. Ele não presta pra nada!”

Passada a confusão, os vizinhos dizem que o marido desmaiado, de tanta vergonha sobre o episódio, não sai mais de casa.

Observem. Duas mulheres brigam, um gaiato administra as duas perversas e que apanha e leva a má fama é o marido que foi o último a saber.

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BRIGA ENTRE A LOIRA E A MORENA

Amores paralelos

Aconteceu no interior de uma cidade não banhada pelo Rio Taquari e envolve dois municípios. Duas vizinhas “namoravam” o mesmo cara. A loira casada tinha um caso com um motorista de ônibus. Ela foi descoberta pela sua vizinha, morena, também casada, que pensava ser exclusiva daquele “namorado” que a loira estava saindo.

A morena foi na casa da loira tirar satisfações. E como chegou nervosa foi inevitável os tapas, arranhões e puxões de cabelos.

Na gritaria a morena relata que sabia que o motorista e a loira se encontravam numa outra cidade, atrás do cemitério e deu os detalhes.

O marido da loira chegou. Vendo a confusão e ouvindo os motivos, apavorado, começa a gritar e desmaia. Um vizinho tenta acalmar os ânimos e leva uns socos da morena. A mulher do vizinho, em defesa do marido, decide socorrê-lo e passa a arremessar pedras nas duas que brigavam.

Quando o “barraco” começa a acalmar chega a Brigada Militar. Os soldados observam o marido caído e desmaiado. Eles perguntam os motivos que ele não foi socorrido. A esposa, a mulher morena, comenta: “Tá vendo. Ele não presta pra nada!”

Passada a confusão, os vizinhos dizem que o marido desmaiado, de tanta vergonha sobre o episódio, não sai mais de casa.

Observem. Duas mulheres brigam, um gaiato administra as duas perversas e que apanha e leva a má fama é o marido que foi o último a saber.

 

 

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BRIGA DE CASAL NO INTERVALO DO TRIBUNAL DO JÚRI

Aconteceu num município, nos Vales do Taquari e Rio Pardo. Vamos evitar detalhes. Realizava-se um júri na cidade. Alguém estava sendo julgado por homicídio. Acusação e defesa duelavam frases e gestos para convencer os jurados das teses que defendiam.

Na platéia, assistindo tudo estava uma loira, daquelas de fazer deputado largar Brasília. Sim, uma loira que não era da cidade e não tinha relação com o processo e o crime em questão.

O júri  seguia evoluindo horas  à dentro e quem chega para assistir os debates é a esposa do promotor que passa a acompanhar  o desenvolvimento dos trabalhos longos, conflitantes e intensos.

Num dos intervalos do júri, o promotor e a esposa deixam o ambiente. Decidem  sair para relaxar e conversar no interior do veículo dele, nas proximidades do prédio onde acontecia o Tribunal do Júri. E o que era um diálogo virou confusão. As vozes se elevam e a esposa vai para cima do promotor e lhe desfere uma sucessão de tapas, socos e arranhões. A mulher se descontrolou e partiu para cima do esposo.

Ele posteriormente, refeito do susto, voltou para o Tribunal de Júri. Voltou  bastante desasado e com o bico torto. Fez o seu trabalho e encerrou-se o júri.

Sobre as motivações da violência ninguém sabe. Os poucos que viram a confusão, não ousaram bisbilhotar ou questionar. O detalhe não dito da história aqui relatada é que quando a esposa entrou no recinto do júri, quem desapareceu foi a loira.

Se um fato possui relação com o outro, é difícil de responder. Deixo aos leitores a conclusão. Porém, destaco dois mantras do Direito Criminal. O primeiro: ninguém pode ser acusado sem provas. O segundo: suspeição não é prova. Sim, na dúvida o “réu” precisa ser absolvido. A lei é dura, mas é lei!

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FUTEBOL E PAIXÃO

A tese de que futebol é paixão é ampla e ultrapassa as quatro linhas do gramado. Um fanático por futebol decidiu assistir uma partida do Guarani, de Venâncio Aires. Na metade do jogo, ele decide voltar para seu município, afinal o espetáculo mostrava poucos talentos nas equipes.

Ele voltou para casa e a alegria que não viu no estádio acabou encontrando em casa. Estavam lá no melhor “futebol”, misturando técnica e arte, a esposa e um jogador integrante do campeonato estadual de futebol de salão.

A história terminou envolvendo a Lei Maria da Penha, pois ele bateu na esposa. E ainda ligou para a esposa do jogador relatando o fato. Os casais se separaram.

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NA REDE SOCIAL

Numa cidade banhada pelo Rio Taquari, um galã decidiu curtir a vida noturna. Era quarta-feira e inventou uma reunião na empresa. Avisou a espoca e a amante que a reunião ia além das 23h.

E se atirou num bailão conhecido do Vale do Taquari. Voltou antes da meia-noite para não levantar suspeitas. No referido bailão ele foi fotografado agarrado com a outra e a foto caiu na rede social. A amante viu a foto e decidiu aprontar, compartilhou para o facebook da esposa. Sim confusão na área.

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MOTEL

Aconteceu no Vale do Taquari. Um casal decidiu rumar para o motel. Conversa vai, conversa vem, apertos, calores e afagos. Aperta daqui, encosta de lá e aquele clima que você muito bem entendeu.

A moça sente algo encostando  na sua perna. Como a festa estava do quente para o fervendo deixou rolar. Aperta daqui, encosta de lá uma nova sensação chega, só que agora na região do pé.

Aí ela decidiu conferir.  E aí o que era festa virou uma grande confusão. Pulos, gritos, correria  e a moça decide trancar-se no banheiro.  Era uma barata, sim um inseto. Diante do susto não houve mais clima.

Imagine o nosso galã indignado, voltando para casa, tendo de acalmar a moça sem ter atingido seu objetivo.

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A MULHER INSACIÁVEL

Aconteceu numa cidade do Vale do Taquari, banhada por arroio. A mulher é casada, na faixa dos 40 anos e insaciável. Diante  de tal necessidade procura projetos alternativos de lazer. Como comentou com uma amiga a sua realidade acabou ganhando a solidariedade e um cartão de um profissional do setor. Um técnico do segmento, do tipo bem dotado.

Com o celular na mão, marca um encontro num motel de Lajeado. Como ela adora fazer sexo de manhã, após o café, definiram os detalhes. Cada um em seu carro, ela escolhe uma suíte.

O cara comparece, uma, duas, três vezes, num espaço de duas horas. Só que ela quer mais. Ele se esforça e consegue uma quarta vez. Ela quer mais e ameaça. Ou ele faz ou ela paga apenas a metade do valor. Ele desiste, leva apenas a metade e pede para ela nunca mais ligar.

Como diz aquele funk: “elas estão descontroladas”. E exigentes, muito exigentes!

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AGENDA DESORGANIZADA

Aconteceu em Lajeado. O cara é do tipo desligado, sem noção. Ele amarrou um encontro com uma loira de 28 anos, de Estrela. E também com uma morena, de 40 anos, de Venâncio Aires.

O nosso artista marcou com elas num sábado, só que no mesmo dia e hora. Pra completar, acabou esquecendo. E de tão esquecido, no dia e hora, quando voltava para casa levando uma terceira que tinha ido buscar na rodoviária dá de cara com as duas paradas na frente da porta esperando o bonitão.

Ele deu meia-volta, sumiu e trocou o celular.

Diz o leitor que me relatou: “mais eu não sei pois foi perto da casa da minha mãe e foi ela que me contou”.

Quando eu digo que Lajeado é um Projac, há quem me chame de exagerado. Nesta terra não faltam artistas!

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